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Tatuagens Angelina Jolie

Os significados das tatuagens da atriz mais bela de todos os tempos.

Soneto do amigo "Vinicius de Moraes"

Soneto de um dos maiores poetas do Brasil.

Tattoo Girls

A arte humana numa união perfeita com a arte divina.

Shohei Otomo

Toda a arte marginal e agressiva do artista japones.

Esculturas com pneus reciclados

Toda arte e abilidade do coreano Yong Ho Ji.

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Clipes poéticos "Lisa Gerrard"

Simples poesia em video e musica, lindas musicas e videos igualmentes belos cantado por Lisa Gerrard, se você não sabe quem é ela provavelmente já ouviu aquela linda musica do filme "Gladiador" no ápice do filme em que o protagonista Russell Crowe que interpreta o general romano "Máxímus" morre e reencontra sua familia do outro lado da vida. Sei que é um estilo de musica que provavelmente só eu goste, hoje em dia é muito raro alguém que goste de ouvir musicas assim mais particularmente essas musicas me levam a um relaxamento profundo posso dizer até que é uma meditação, mesmo que não goste os videos são verdadeiras obras primas. Vale apena conferir.

Igreja do Sangue Derramado de São Pertersburgo

Um dos principais cartões postais da Rússia a Igreja ortodoxa da Ressurreição em São Petersburgo mais conhecida com "igreja do sangue derramado" por ter sido construída no exato local em que o imperador Czar Alexandre II foi morto. Inspirada na catedral de São Basílio, com mais de 7.000 metros quadrados de mosaicos que recobrem toda a extensão de suas paredes e colunas representando 308 painéis com passagens do novo testamento uma verdadeira obra de arte.

Também foi alvo de depredação e vandalismo e uma revolução russa e usada como deposito de guerra pelos nazistas na segunda guerra mundial. Depois da guerra ainda foi quase demolida por autoridades locais que queriam construir uma estrada em seu caminho, por isso ela ficou mais de trinta anos sendo restaurada mais com sorte ela ainda está de pé e imponente em seu devido local.

Exército de terracota, Guerreiros de Xian

Cerca de 8 mil guerreiros e cavalos em terracota (terracota é um tipo de argila) conhecidos também como “Exército do imperador Qin”, uma grande maravilha construída em tamanho natural durante o primeiro império Chinês.
Descoberto em1974 próximo ao mausoléu do primeiro imperador da China “Qin Shihuang” na capital da província de Shaanx, Xian. Durante uma simples escavação de um poço d’água por agricultores a leste do monte Lishan, surgi um grande exercito de estátuas em terracota e grande peculiaridade de cada figura desde suas vestes até suas faces. Acredita-se que mais de 700.000 trabalhadores e artesãos construíram em cerca de 38 anos, as estatuas levam em conta cada detalhe até mesmo suas diferentes faces, não repetindo nenhum rosto até mesmo a cara dos cavalos não repetem, cada soldado corresponde a diversas patentes e postos com armas reais como espadas, lanças e arcos confeccionadas em bronze antes de 228 a.C.
Os soldados foram construídos para a proteção do mausoléu do imperador Qin, que continha vários tesouros, relíquias e objetos artísticos como com uma réplica do mundo onde pedras preciosas representavam os astros, pérolas os planetas e lagos de mercúrio representavam os mares.
Os soldados foram separados em três principais trincheiras, a maior continha cerca de 6.000 soldados, cavalos e carruagens representando principal armada do império, a segunda continha 1.400 figuras da infantaria, cavalaria, carros e cavalos representando a guarda militar, a terceira continha a unidade de comando com comandantes e oficiais de alta patente e um carro de guerra puxado por quatro cavalos. Mais tarde foi descoberta uma quarta trincheira com apenas 68 figuras.
Depois da morte do imperador Qin, cerca de cinco anos depois o mausoléu foi saqueado e incendiado pelo general Xiang Yu sofrendo pequenas avarias. Em 2008 após um terremoto antes dos jogos olímpicos da China, afetou uma pequena parte das figuras causando algumas rupturas e deslocamento de alguns membros como cabeças e braços, depois do terremoto que alcançou 7,9 graus na escala Richter o museu foi fechado para o publico, no entanto os danos foram considerados leves.

Satoshi Kamiya, Origami arte


Satoshi Kamiya é um dos mais avançados mestres do origami no mundo. Fazendo origami desde os dois anos de idade, Satoshi fez centenas de modelos de origami, suas obras mais famosas são dois dragões, um é chamado de "Divino Dragão Bahamut" (Divine Dragon Bahamut) e o outro é chamado de "Dragão Antigo" (Ancient Dragon). Satoshi baseou-se muito de seus modelos, incluindo os dragões, em episódios japoneses de Mangá.


Grande Parte dos origamis de Satoshi são extremamentes complexos; os dragões tem em torno de 275 passos cada, e necessitam de um quadrado de 52 cm de papel fino. Ele também fez uma Baleia Azul (Blue Whale), um Mamute (Woolly Mammoth), um tigre dente-de-sabre, vários dinossauros incluindo o Tirannosauro, um Mago (Wizard) (um raro exemplo de origami asimétrico), e mesmo um terceiro, não publicado, o Dragão Chinês, Ryujin, com escamas, bigode, garras e chifres. Satoshi recentemente publicou um livro com muito desses modelos. Claramente diagramados em inglês e japonês, para os dobradores de elite e experientes.

Arte com Lego de Nathan Sawaya


Nathan Sawaya é um artista plástico norte-americano que baseia sua arte nos bloquinhos de Lego, ele tem uma média de 1.5 milhões de bloquinhos de lego em seu estúdio em Nova York. Suas obras são todas em grande escala que vai de pop arte até arte contemporânea. Ele está atualmente em turnê nos museus norte-americanos em um show, intitulado "The Art of the Brick" é a única turnê de arte no mundo com foco exclusivo em Lego como meio de arte. Sawaya começou sua criação em 2000 a partir de quase um milhão de peças padrão de Lego.

Veja mais obras de Nathan Sawaya Aqui.

Jookin


Jookin, Gangsta Walking ou Buckin é uma dança de rua, uma mistura de popping, gliding, lockin, e outras variações do breakdancing. Criada durante a década de 80 em Memphis, Tenenesse por um dançarino de rua apelidado de “Capital D” (Dima Grinevich), em um beco ele decidiu mostra a sua nova idéia para dançar breaking e suas variações que evoluiu para o Jookin.
O jookin é comumente realizado para dançar Crunk um subgênero do Hip Hop devido a particular batida da musica e o ritimo e movimentos dos dançarinos para manter a batida e o ritimo da musica. Embora o Jookin tersido durante muitos anos uma dança particular da região do estado do Tennesse a divulgação em sites como Youtube, MySpace e outras redes sociais está se espalhando rapidamente pelo mundo inteiro devido ao seu estilo peculiar e movimentos, até parece que os dançarinos deslizam em um piso de gelo e tem seus ossos e vértebras totalmente deslocado. Bom melhor que falar é ver, confira abaixo o Jookin sendo executado.



Os Moais da ilha de Páscoa


Quem nunca viu ou ouviu falar naquelas gigantescas cabeças espalhadas pela ilha de Páscoa no Chile e não ficou espantado com aquelas estatuas, quem fez, quando e porque? Isso ainda é um mistério. Saiba um pouco mais sobre eles:
Construídas por volta de 1300 d.C. pelo antigo povo Rapanui, Moai como são chamados estão espalhados por todo território da ilha chegando a quase 900 cabeças gigantesca que medem de 4 á 6 metros de altura chegando a pesar até 27 toneladas, com exceção de uma denominada Paro que mede mais de 20 metros de altura.
Os moais são esculpidas a partir das pedras do vulcão Rano Raraku, um torso humano masculino sem membros com orelhas grandes estilizadas que ostentam os "pukaos" cilindros de pedra vermelha representando um cocar de penas vermelhas.

A Ilha de Páscoa é o lugar habitado mais isolado do mundo: são 118 km² de terra no sudoeste do oceano pacífico, 1.600 km a leste da ilha de Pitcairn e 3.700 km a oeste do Chile. Agora como o povo mais isolado do mundo e tão antigo pode ter construído essas estatuas enormes por todo território da ilha, onde foi feita? Como foi transportada? Quem realmente fez? Até hoje arqueólogos pesquisam as respostas desse mistério. Em 1956, uma expedição, comandada pelo norueguês Thor Heyerdahl, descobriu milhares de ferramentas usadas na execução das estátuas. Esse é só mais um, dos vários mistérios do mundo ou do universo para aqueles que acreditam em seres de outros planetas, galáxias e etc.

O Grito "Edvard Munch"

Pintura do norueguês Edvard Munch de 1893. a obra representa a própria vida do artista que na infância tinha um pai rígido e controlador, que presenciou a morte de sua mãe e sua irmã e corto relações com seu pelo sonho de ser pintor. A escolha não teve o êxito desejado, pois ele se envolveu com uma mulher casada que acabou por trazer mais angústias em sua vida.
A obra apresenta uma figura, meio andrógena e horrenda em um momento de profunda angustia e desespero existencial. O plano de fundo é a doca de Oslofjord em Oslo na Noruega ao pôr do Sol.
"Passeava com dois amigos ao pôr do sol o céu ficou de súbito vermelho sangue, eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta, havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do Oslofjord e sobre a cidade os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade e senti o grito infinito da Natureza." (Edvard Munch).
O Grito é considerado uma das maiores obras do movimento expressionista e também um ícone da cultura pop ao lado da obra de Leonardo da Vinci "Mona Lisa".

Um dos grandes ícones da cultura pop Homer dos Simpsons, representando O Grito.

As sete maravilhas do mundo antigo


Uma famosa lista de majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica, cuja origem atribui-se a um pequeno poema do poeta grego Antípatro de Sídon. Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos.
A origem da lista é duvidosa, normalmente atribuída ao poeta e escritor grego Antípatro de Sídon, que escreveu sobre as estruturas em um poema. Outro documento que contém tal lista é o livro De septem orbis miraculis, do engenheiro grego Philon de Bizâncio. A lista também é conhecida como Ta hepta Thaemata ("as sete coisas dignas de serem vistas").
Os gregos foram os primeiros povos a relacionar as sete maravilhas do mundo entre os anos 150 e 120 a.C.. Extraordinários monumentos e esculturas erguidos pela mão do homem, construídos na antigüidade fascinam por sua majestade, riqueza de detalhes e magnitude até hoje. Podemos imaginar o aspecto que outros monumentos e esculturas tinham a partir de descrições e reproduções estilizadas em moedas.

Pirâmide de Quéops
Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide.
A majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1889), com a construção da Torre Eiffel. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída como tumba real para o faraó Khufu (que dá nome à pirâmide).
O curioso é que a pirâmide de Gizé já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que havia sido construída) e é justamente a única que se mantém até hoje.

Jardins suspensos da Babilônia
Os Jardins Suspensos da Babilônia são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje encontram-se poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores.
Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera.

Estátua de Zeus em Olímpia
A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde acredita-se ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto. Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades.
A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido.
A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.

Templo de Ártemis em Éfeso
O templo de Artemis em Éfeso, construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes.
Após concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio. Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos.
Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas.

Mausoléu de Halicarnasso
O mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos, Sátiro e Pítis e por quatro escultores gregos Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo.
Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia.

Colosso de Rodes
O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto. Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar.
Foi construída para comemorar a retirada das tropas macedônias que tentavam conquistar a ilha, e o material utilizado para sua confecção foram armas abandonadas pelos macedônios no lugar. Apesar de imponente, ficou em pé durante apenas 55 anos, sendo abalada por um terremoto que a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, que a venderam como sucata.

Farol de Alexandria
O Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu I no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol"), próxima ao porto de Alexandria, Egito, no alto da qual ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância, daí a grande fama e imponência daquele farol.
À excepção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite.


 








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