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Tatuagens Angelina Jolie

Os significados das tatuagens da atriz mais bela de todos os tempos.

Soneto do amigo "Vinicius de Moraes"

Soneto de um dos maiores poetas do Brasil.

Tattoo Girls

A arte humana numa união perfeita com a arte divina.

Shohei Otomo

Toda a arte marginal e agressiva do artista japones.

Esculturas com pneus reciclados

Toda arte e abilidade do coreano Yong Ho Ji.

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Mais perto "Closer-Kings of leon"

Encalhado nessa cidade assustadora
Os sinais de trânsito estão balançando e
Os telefones estão mudos
O chão está estalando de frio
Ela levou meu coração,
Eu acho que ela levou minha alma.
Com a lua eu corro
Pra longe da carnificina do sol impetuoso


Movido pela veia saltada
Sem mostrar piedade
Eu faço de novo.
Abra bem seus olhos
Você continua a chorar, querida
Eu te sangrarei até secar
Os céus piscando para mim
Eu vejo uma tempestade borbulhando de lá do oceano


E está se aproximando...


Você estremeceu meu osso
Deixando-me encalhado completamente apaixonado e sozinho.
Você pensa em mim?
Onde estou agora? Querida, onde eu durmo?
É tão gostoso mas estou velho,
2000 anos de perseguição fazendo efeito.


E está se aproximando...

Clipes poéticos "Lisa Gerrard"

Simples poesia em video e musica, lindas musicas e videos igualmentes belos cantado por Lisa Gerrard, se você não sabe quem é ela provavelmente já ouviu aquela linda musica do filme "Gladiador" no ápice do filme em que o protagonista Russell Crowe que interpreta o general romano "Máxímus" morre e reencontra sua familia do outro lado da vida. Sei que é um estilo de musica que provavelmente só eu goste, hoje em dia é muito raro alguém que goste de ouvir musicas assim mais particularmente essas musicas me levam a um relaxamento profundo posso dizer até que é uma meditação, mesmo que não goste os videos são verdadeiras obras primas. Vale apena conferir.

"Vinicius de Morais" Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Entre A Serpente E A Estrela "Zé Ramalho"



Há um brilho de faca
Onde o amor vier
E ninguém tem o mapa
Da alma da mulher
Ninguém sai com o coração sem sangrar
Ao tentar revê-lá
Um ser maravilhoso
Entre a serpente e a estrela

Um grande amor do passado se transforma em aversão
E os dois lado a lado
Corroem o coração
Não existe saudade mais cortante
Que a de um grande amor ausente
Dura feito diamante
Corta a ilusão da gente

Toco a vida pra frente
Fingindo não sofrer
Mas no peito dormente
Espera um bem querer
E sei que não será surpresa
Se o futuro me trouxer
O passado de volta
Num semblante de mulher

Cordel


Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.



A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.




Mulher tudo que precisamos "André Santos"


Sem você, não viveria
Teu sorriso é minha luz
Só em ver sua alegria
Ao paraíso me conduz

És tão bela, quanto um lírio
O por do sol, não chega aos seus pés
Adorar-te-ia sem sacrifício
De tão nobre como és

Mãe, filha, esposa
Ao teu lado, sempre estarei
De todas é minha honra mais gloriosa

Protetora e o anjo mais lindo
Da escuridão não tenho medo
Minha coragem, por ti morreria sorrindo.

Nem que passe minha vida escrevendo conseguiria expressar a importância de vocês mulheres em nossas vidas, então escrevi um pequeno soneto. Parabéns não só pelo seu dia, e sim por existir em nossas vidas.

Lápide "Ariano Suassuna"


Quando eu morrer, não soltem meu Cavalo
nas pedras do meu Pasto incendiado:
fustiguem-lhe seu Dorso alardeado,
com a Espora de ouro, até matá-lo.

Um dos meus filhos deve cavalgá-lo
numa Sela de couro esverdeado,
que arraste pelo Chão pedroso e pardo
chapas de Cobre, sinos e badalos.

Assim, com o Raio e o cobre percutido,
tropel de cascos, sangue do Castanho,
talvez se finja o som de Ouro fundido

que, em vão – Sangue insensato e vagabundo
tentei forjar, no meu Cantar estranho,
à tez da minha Fera e ao Sol do Mundo!

Gortoz A Ran

"Denez Prigent e Lisa Gerrard"





Estou à Espera

Fiquei esperando, esperando por um longo tempo

Na sombra negra das torres cinza

Na sombra negra das torres cinza

Na sombra negra da chuva torres

Eu vou ficar eternamente à espera

Eu vou ficar eternamente à espera

Um dia novamente

sobre as terras, sobre o mar

O vento azul voltará

Para soprar no meu coração magoado

Será empurrada por este alento

Muitas vezes por sua corrente, onde ele queira

Quando ele queira, longe deste mundo

Entre o mar e estrelas.

Poética "Vinicius de Morais"

De manhã escureço

De dia tardo

De tarde anoiteço

De noite ardo.

A oeste a morte

Contra quem vivo

Do sul cativo

O este é meu norte.

Outros que contem

Passo por passo:

Eu morro ontem

Nasço amanhã

Ando onde há espaço:

– Meu tempo é quando.

Saudade "Pablo Neruda"

Saudade é solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não foi embora,

mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,

é recusar um presente que nos machuca,

é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,

é a dor dos que ficaram para trás,

é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:

aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:

não ter por quem sentir saudades,

passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Aula De Matemática "Tom Jobim"


Pra que dividir sem raciocinar

Na vida é sempre bom multiplicar

E por A mais B

Eu quero demonstrar

Que gosto imensamente de você

Por uma fração infinitesimal,

Você criou um caso de cálculo integral

E para resolver este problema

Eu tenho um teorema banal

Quando dois meios se encontram desaparece a fração

E se achamos a unidade

Está resolvida a questão

Pra finalizar, vamos recordar

Que menos por menos dá mais amor

Se vão as paralelas

Ao infinito se encontrar

Por que demoram tanto os corações a se integrar?

Se infinitamente, incomensuravelmente,

Eu estou perdidamente apaixonado por você

Tomara "Vinicius de Moraes"


Que você volte depressa

Que você não se despeça

Nunca mais do meu carinho

E chore, se arrependa

E pense muito

Que é melhor se sofrer junto

Que viver feliz sozinho



Tomara

Que a tristeza te convença

Que a saudade não compensa

E que a ausência não dá paz

E o verdadeiro amor de quem se ama

Tece a mesma antiga trama

Que não se desfaz


E a coisa mais divina

Que há no mundo

É viver cada segundo

Como nunca mais...

Terra das mamas secas de orvalho o rio que traz os mais velhos são memórias dos antepassados moldando em espinhos o orgulho O vento aqui é invisível ou leve sopro das narinas de um dragão o caminho queima seco e duro o sol urtiga que queima o chão Espantalhos do nada enraizamos na terra a esperança em cactos procissão fé novenas e pactos seco corre o rio nas linhas das mãos Só a volta para farinha da rocha é a única certeza real desse torrão Calaça.


 








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